Aborto Extermina a População Negra!

Aborto Extermina a População Negra!

A primeira clínica de aborto nos EUA, Planned Parenthood, foi fundada por Margaret Sanger no bairro do Brooklyn, em New York. Seu intuito era cometer eugenia por acreditar os negros eram uma raça inferior de “impróprios e inaptos”, por isso a escolha deste local histórico de maioria negra em 1926.

Em sua autobiografia, declarou que tinha conexão com o famoso grupo racista Ku Klux Klan, que perseguia e assassinava negros em todo o país, gerando um apartheid norte-americano perceptível até hoje apesar dos grandes avanços socioeconômicos dos afrodescendentes. “Eu fui escoltada para a plataforma (…) No final, através de ilustrações simples eu achava que tinha conseguido o meu propósito.” (p. 366, An Autobiografy).

Assim como Hitler e Stalin, Sanger buscou expandir os seus serviços para uma determinada classe social “intrusa”, incentivando a maternidade somente para o seu grupo predito. Como ela era enfermeira progressista, administrava os métodos de aborto brutais utilizados até hoje por todos os países em que a prática é legalizada. 

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Margaret Sanger

Com a expansão das clínicas e regulamentação nos demais Estados, estima-se atualmente que são realizados 800 abortos por dia, 288 mil por ano. A comunidade negra é apenas 12% do país, porém quase 40% dos procedimentos são realizados por mulheres negras. A Planned Parenthood é tão perversa que mesmo sem financiamento governamental (iniciou com o governo Nixon e Trump recentemente cortou), somente entre os anos 30 e 40, cerca de 60 mil pessoas foram esterilizadas sem consentimento.  

Isso tudo não passaria de uma pedra no sapato no passado dos americanos se não fosse o feminismo. A partir de suas táticas de desinformação, conseguiu eleger a referida supremacista branca como um dos americanos mais influentes do século XX na revista Time. As premissas para venerá-la até hoje permeiam o empoderamento, pioneirismo em fundar clínicas de “atendimento” às mulheres numa “sociedade machista”. A verdade? Margaret Sanger foi racista, fascista e supremacista branca que desrespeitava os direitos humanos baseando-se em ideais progressistas (controle de natalidade); uma genocida da população negra nos EUA que fundou uma organização responsável por 30% dos abortos no país, uma indústria que vende partes de bebês ilegalmente. Veja algumas frases da “maior feminista do séc. XXI”:

As denúncias e informações sobre a Planned Parenthood são fáceis de se achar, difícil é fazer o povo brasileiro entender que não há feminismo do bem. Por trás de toda abortista, há a figura de uma genocida fascista, racista e por aqui ela não passará. #diganãoaoaborto