BIO

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Sara Winter é ex-feminista, palestrante e escritora. Foi líder do Femen, o grupo mais radical do mundo na defesa do feminismo.

A escritora militava contra o cristianismo, em favor da homossexualidade e do aborto.

Após sua gestação, se converteu a Cristo e escreveu seu primeiro livro, no qual narra os bastidores e os fatos pouco conhecidos do Feminismo no Brasil.

Atualmente, é uma das maiores lideranças pró-vida e pró-família do Brasil, luta contra o aborto, a Ideologia de Gênero, as drogas, a doutrinação marxista, contra a jogatina e a prostituição.

Palestras

Conferencista com experiência em diversos temas, Sara Winter palestra sobre a questão do aborto e em defesa da vida, sobre a presença da ideologia de gênero nas escolas, o outro lado do feminismo e a desconstrução da mulher, bem como seus testemunhos de vida pessoal e o processo de conversão ao cristianismo.As palestras de Sara Winter possuem uma riqueza de informações e dados a respeito dos assuntos, mas uma forte carga emotiva em função de suas experiências pessoais, que se fazem presentes em sua obra. As conferências têm ajudado a despertar as pessoas para uma realidade que, por muitas vezes, é escondida por conta dos interesses político e ideológicos de determinados temas.Ouvir Sara Winter é despertar para reflexões urgentes que são deixadas de lado pelos interesses de uma hegemonia cultural. Mais do que nunca, eles precisam ser confrontados e desmistificados. Eis um dos trabalhos da palestrante na luta que assumiu em uma vida pautada por valores sólidos da cultura cristã.

Compre o livro

O livro em formato digital tem sete capítulos e traz reflexões da autora sobre como o movimento feminista, no Brasil, trata suas ativistas heterossexuais como cidadãs de segunda classe, conta sobre o submundo das drogas e e questiona o quão livre são as mulheres feministas que “vivem submissas a um código de comportamento difusor de misandria (aversão ao sexo masculino) e, atualmente, submisso à ideologia de gênero para a qual a mulher é apenas uma construção social e não uma pessoa”, afirma Sara Winter.

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